Investigação à origem da Pandemia Covid 19
(e a 'nova tomada de Ceuta') falhada
No passado dia 29 de Julho de 2026 realizou-se uma importante audiência numa Comissão do Senado Norte Americano, especificadamente a Senate Homeland Security and Government Affairs Committee, no âmbito da qual foi instado a depôr Anthony Fauci, ex-Director do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, (NIAID - National Institute of Alergy and Infectious Diseasees), cargo que desempenhou de 1984 a 2022, tendo acumulado funções de Conselheiro Presidencial Principal para a Saúde, ou Chief Medical Advisor to the President durante a Administração Biden.

Da análise dos trabalhos conduzidos pela supra referida Comissão ressaltou um imenso paralelismo com um outro depoimento prestado pelo agora internacionlmente reconhecido Geoffrey Epstein, quando este último respondia num âmbito de uma relevante investigação criminal que teve lugar no estado da Florida.
Qual a similitude? A insistência e reiteração com que ambos invocaram o direito ao silêncio para efeitos de protecção contra eventual auto-incriminação concedido pela 5ª Emenda à Constituição Norte Americana. Tal similitude inspirou-me a publicar nesse mesmo dia e nestas minhas Páginas Políticas um breve comentário - breve e conciso, mas oportuno e apropriado.

Auto-pen Biden
Relego para o foro competente a aprecição legal sobre a validade do maior perdão jamais concedido por um Presidente Norte Americano em funções, aliás efectuado em modo auto-pen, que abrangeu não apenas Anthony Fauci, testemunha nesta audição relativa à origem da Pandemia Covid 19.
O referido perdão presidencial conferiu ainda uma cobertura destinada à exclusão de imputação penal inusitadamente ampla e retroativa a um grupo alargado de agentes com objectivos comuns link -> incluindo um interesse INTRUSIVO CRIMINOSO DESPROPORCIONADO e CONTINUADO na minha ligação de internet a partir de finais de 2015, inícios de 2016.
De referir que a "circunstância" Geoffrey Epstein entrelaça-se, às cegas, nas minhas publicações pela via do conteúdo das mesmas - obviamente, e pelo primeiro posto e território de publicação intermacional onde ganhou alta notoriedade, posteriormente forçadamente suprimida, e que foi precisamente no Reino Unido em meados de 2015.
Estou em crer que a súbita presença de alguns membros da designada família real inglesa em Portugal, concretamente aqueles ou todos os ligados à "circunstância" Geoffrey Epstein, associada ainda ao teor do acordo pós-Brexit celebrado entre o Reino Unido e o Estado Português referente a Ciência e Tecnologia, Defesa e Educação possam ter contribuído sobremaneira para embaraçar a Investigação agora iniciada - facto só ultrapassado em táctica ardilosa pela visita das "Jornadas da Juventude" de Lisboa promovidas pelo Vaticano em 2023.
Na realidade, quando foi lançada a Pandemia COVID 19 (2020-2022) já havia 4 anos que me encontrava enredada nas malhas da rede de sociopatas e psicopatas que inclui os que optaram por encenar agora "uma tomada de Ceuta" em Julho de 2026, possivelmente temendo as respostas à Investigação pretendida pela Senate Homeland Security and Government Affairs Committee. As escolhas que se apresentam são optar pela verdade, ou optar pela verdade.
Devolvo ao Congresso Norte Americano, como órgão legislativo federal, o interesse desproporcionado que algumas das vossas mais proeminentes agências governamentais demonstram ter nos meus escritos, incluindo aquelas dedicadas ao estudo religioso e financeiro-espacial. Relembro todavia que guerrear contra o Cosmos é summamente demolidor.
Auto-pen Vaticana
Por outra parte, a vinda do Chefe do Estado Vaticano a Portugal pretendeu alcançar uma multiplicidade de objectivos, todos gorados. Porém, pela iniciativa de uma Nota à Comunicação Social emitida pela magistratura penal portuguesa, veio a público o que pretendia veladamente a auto-pen vaticana, vulgarmente conhecida como amnistia por ocasião da visita Papal.
Tratava-se de uma auto-pen equivalente àquela emitida pela Administração Biden - desta feita aplicada em Portugal. Sincronicamente, o caso penal em apreço envolvia a costumeira Taça futebolística, na modalidade hackeio dos "e-mails do Sport Lisboa e Benfica". No processo mediatico em causa o arguido viu perdoados mais de uma centena de crimes, cometidos por via digital, pelos quais ia imputado - tudo pela benção da auto-pen vaticana., aprovada por Lei.
(sobra o caso do "the patient" ligado uma tal cripto dark webb de Viseu)
Interrogante
Quem mais pretendiam amnistiar, e quem mais pretendiam respaldar e pela pratica de crimes de idêntica índole, contínuos e continuados sob a alçada dessa mesma auto-pen, caso fossem processados ?
Tendo ainda em devida conta (e passo a citar) o "carnaval" que montaram na Assembleia da República no mês de Julho de 2026 que ontem terminou, cujos factos, a somar ao rídiculo constante a que voluntaria e sonanbulamente se submeteu em ambos os mandatos o anterior Presidente da República Portuguesa (2016-2026), não deveria agora surpreender ninguém a chacota pública em que se encontra também envolvido o aparelho Judiciário nacional.
In certain ways, I can definitely agree with what certain Dems are saying. But do they know the whole story? no, they also don't.

Artigo em publicação....